Movimento do Passe Livre questiona cálculo do preço das passagens do DF

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Com cartazes e faixas, participantes do protesto questionaram a forma de serviço da pasta

 

 

Integrantes do Movimento Passe Livre do Distrito Federal (MPL-DF) fizeram uma manifestação na Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) na manhã desta sexta-feira (31/1). Participantes do protesto colaram cartazes e faixas e questionaram o modo de funcionamento da pasta.
De acordo com um dos integrantes do MPL, Caique Duque, 34 anos, o ato foi um “escracho” sobre o cálculo da tarifa cobrada atualmente. “A Semob não tem controle dos custos do transporte. Ela não consegue aferir quantos passageiros entram nos ônibus pelo sistema de bilhetagem, os custos das operações e os gastos com combustível. Tudo fica na mão das empresas”, frisou.
O manifestante ressalta que a mobilização social é necessária para a mudança do quadro. Segundo Caique, o protesto foi pacífico e contou com mudança do espaço da Semob, com cartazes colados na parede e uma bandeira estendida no prédio do órgão. De acordo com a organização, cerca de 30 pessoas participaram do ato.
Em nota, a Semob informou que “não se pronunciará sobre a manifestação”.

Novos preços

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Em 10 de janeiro, o aumento de 10% para todo o transporte no Distrito Federal foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF). As 826 linhas de ônibus tiveram reajuste. No caso das circulares internas, a mudança foi de R$ 2,50 para R$ 2,75, já as de ligações curtas, de R$ 3,50 para R$ 3,85. Os de longa ligação, opções de integração, e o metrô, passaram a custar R$ 5,50. Antes, o valor deles era R$ 5.
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