Mansão do Lago Sul é invadida por casal especialista em ocupar imóveis vazios

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Crédito: Breno Fortes/CB/D.A Press. #Isto é Brasília. Vista aérea do Pontão do Lago Sul e ao fundo a ponte Honestino Guimarães.

A vizinhança da QL 18, Conjunto 4, do Lago Sul (foto), o bairro mais nobre de Brasília, está em polvorosa. O herdeiro de uma mansão avaliada, por baixo, em R$ 2 milhões, acusa, na Justiça, um casal de ter invadido o imóvel. A ocupação irregular ocorreu da noite para o dia em 10 de janeiro deste ano.

 

Segundo processo ao qual  tivemos acesso, o casal acusado de invasão de propriedade já respondeu a três processos semelhantes. Em todos, foi obrigado a desocupar as residências e a indenizar os verdadeiros proprietários. O casal também foi acusado de estelionato.

 

O herdeiro do imóvel só ficou sabendo da invasão depois de finalizar um long tratamento de saúde fora de Brasília. Ele foi visitar a casa que os pais haviam lhe deixado, mas não conseguiu entrar. Todas as fechaduras tinham sido trocadas.

 

Percebendo que havia gente na mansão, ele pediu para falar com alguém. Um homem apareceu e disse que tinha alugado o imóvel. O herdeiro questionou a informação, pois disse que jamais autorizou o aluguel. Pediu, então, a cópia do contrato. O homem começou a dar sinais de nervosismo e, como medo de violência, o dono da mansão foi embora.

 

Processo para retomada do imóvel

 

Disposto a retomar a mansão, que está em litígio dentro do processo de divisão de bens, o herdeiro recorreu à Justiça requerendo a reintegração de posse. A Justiça ainda não deu a sentença, mas os advogados do dono do imóvel se mostram confiantes.

 

O casal não está morando sozinho no imóvel. Os filhos e alguns parentes também desfrutam do conforto da casa, como pode ser constatado nas redes sociais do casal. Tanto o homem quanto a mulher postam fotos à beira da piscina cercados por drinques. E não economizam nas festas, que atormentam os vizinhos.

 

Cientes do que está acontecendo e temerosos em relação aos ocupantes da mansão, os moradores da QL 18, Conjunto 4, torcem para que a Justiça seja rápida em sua decisão. Para eles, não é possível conviver com invasores de propriedade alheia.

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