Escoteiros vão até o Buriti agradecer GDF pelo apoio

Grupo está ameaçado de despejo. Eles se reúnem todos os sábados na sede, localizada na QL 4/6 do Lago Norte

 

Cerca de 80 alunos do Grupo de Escoteiros Lis do Lago (Gell) vieram ao Palácio do Buriti na tarde desta quarta-feira (12) agradecer o empenho do governador Ibaneis Rocha em resolver o imbróglio que ameaça despejá-los do local. Representando o chefe do Executivo, o vice-governador, Paco Britto, ganhou um lenço dos escoteiros e tranquilizou o grupo explicando que a solução para o problema, que dura mais de 30 anos, está na legislação. “O que falta é um decreto para demarcar essa área e é o que nós faremos. Eles prestam uma grande ajuda ao governo, não só do Distrito Federal, mas para todo país“, destacou.

O grupo foi recebido na terça (11) por Ibaneis Rocha e Paco Brito. Também foi feita uma audiência nesta quarta com o administrador do Lago Norte, Marcelo Freire, e o diretor de Métodos Educativos do grupo, Deomar Rosado, na Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGRDF). Durante o encontro com o procurador-chefe, Carlos Odon, da Procuradoria do Contencioso em Matéria de Meio Ambiente e Patrimônio Urbanístico e Imobiliário, o administrador se comprometeu a dar celeridade ao processo. Desde 1989, os escoteiros ocupam um espaço público.

Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

“Eu frequento a sede e fico muito triste quando dizem que queremos despejá-los de lá. Houve uma reunião na semana passada justamente para tentar resolver essa questão. O governo Ibaneis é uma gestão que soluciona os problemas da comunidade”, ressaltou.

Sobre o Gell 

Entre lobinhos, escoteiros, seniores e pioneiros, há 164 crianças, adolescentes e jovens. Eles se reúnem todos os sábados na sede, localizada na QL 4/6 do Lago Norte. Também é feito um trabalho socioeducativo com crianças. “Se há uma mãe ou um pai que trabalha aqui perto e não tem com quem deixar o filho tentamos incluir a criança nas atividades”, explica Deomar.

Segundo o representante do Gell, o grupo pretende intensificar o trabalho de inclusão social com alunos de Transtorno do Déficit de Atenção (TDH), autismo e síndrome de Down. “Temos cinco jovens com essas características. Preparamos os nossos escoteiros para fazer essa integração”, reforça Deomar.

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