
Responsável pela privatização do estádio, a Arena BSB utilizou correntes para isolar estacionamento, que passou a ser privativo
Com o início da cobrança pelo estacionamento do Mané Garrincha, no último sábado (8/2), o consórcio Arena BSB, responsável pela gestão do estádio, instalou correntes presas com cadeado em torno de toda a área reservada para carros.
Leitores mandaram ao Correio reclamações e questionamento sobre a legalidade do cercamento. Um dos leitores chegou a eniar um vídeo com a reclamação, veja:
A reportagem procurou o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Secretaria DF Legal (antiga Agefis) para saber se havia autorização para o cercamento espaço. A resposta veio por meio da comunicação do GDF, segundo a qual a cobrança de estacionamento e a ocupação do espaço estava incluído no contrato de concessão.
O também procurou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) sobre a instalação das correntes, mas até a última atualização desta matéria não havia se manifestado.
Cobrança pelo estacionamento
Após assumir totalmente a gestão do complexo, que inclui o Mané Garrincha, o Nilson Nelson e o Complexo Aquático Cláudio Coutinho, a Arena BSB passou a cobrar R$ 20 para motoristas utilizarem o estacionamento em torno do local. O preço único é cobrado por 12 horas de utilização.
A cobrança pelo estacionamento é apenas uma de uma série de mudanças previstas pela nova administração do estádio. Outras medidas preveem a mudança de nome e a instalação de um gramado sintético, mais resistente.




