Piloto registra luzes vermelhas misteriosas sobre o Oceano Atlântico e cientistas não sabem explicar

As imagens tornaram-se viral e provocaram uma série de teorias e especulações. As luzes ainda não têm explicação oficial. Fenômeno parecido, ocorrido em 2014, também permanece sem explicação científica

Um brilho misterioso registrado em fotos e vídeos por um piloto, cuja identidade não foi revelada para preservar sua imagem, tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. O piloto sobrevoava o Oceano Atlântico quando notou as luzes e fez as imagens.

Elas foram registradas e divulgadas na rede social Reddit, buscando ideias que pudessem explicar o fenômeno das luzes vermelhas. Na publicação, o piloto fez questão de ressaltar que jamais viu algo parecido. A divulgação das imagens provocou alvoroço em outras redes sociais que começaram a compartilhá-las.

O assunto foi publicado nos maiores jornais e portais de notícias do mundo. A teoria mais aceita, até o momento, é a possibilidade de um barco de pesca, com potentes luzes vermelhas de LED para atrair os cardumes, poderia estar passando no momento do registro — já que é impossível ver pela densidade das nuvens.

A possibilidade foi levantada porque grandes embarcações de pesca industrial usam centenas de luzes de LED nas proximidades para atrair o peixe Sauro do Atlântico espécie — espécie Scomberesox saurus. Embora a hipótese seja plausível, não existe nenhuma confirmação oficial de que um navio pesqueiro estaria passando naquela localização.

Cientistas consultados, segundo o portal Infobae, acreditam nesta hipótese porque alguns destes navios usam lâmpadas que emitem luz em Descarga de Alta Intensidade — que conseguem chegar até as nuvens ou atravessá-las.

O peixe Sauro do Atlântico é famoso por ser atraído por luzes vermelhas brilhantes. Estes navios conseguem capturar dezenas de milhares destes peixes com a ajuda das luzes.

No entanto, sem uma inspeção mais detalhada, não é possível saber com certeza do que se trata o misterioso brilho vermelho. Tudo são especulações, já que precisaríamos de mais dados para estudar o que ocorreu.

De acordo com análise e apuração do jornal britânico Daily Mail, até o momento, o piloto permanece anônimo e não há indicação da altitude que ele estava sobrevoando o Atlântico no momento que capturou as imagens.

Caso semelhante em 2014

Não é a primeira vez que um piloto vive uma experiência semelhante. Em 2014, o piloto holandês Christiaan van Heijst, contou que ele e seu copiloto sobrevoaram nuvens brilhantes, ao sul da península russa de Kamchatka, durante viagem de Hong Kong para Anchorage, no Alasca, em um Boeing 747-8

O voo teve 10 horas de duração, mas após 5 horas voando a 30.000 pés, um estranho fenômeno foi detectado. À época, Van Heijst comentou que viram um intenso flash de luz, como se fosse um relâmpago, direcionado para cima (vertical), seguido por um intenso brilho vermelho e laranja 20 minutos depois.

O impressionante registro do piloto Christiaan van Heijst ainda permanece sem explicação científica.

Van Heijst ficou inquieto ao não encontrar explicação para o fenômeno, já que não havia tempestades durante o voo, nem indicativo no radar meteorológico, sugerindo que o relâmpago não se originou de condições climáticas conhecidas, muito menos o intenso brilho vermelho e laranja.

O caso foi extensivamente divulgado e debatido na imprensa mundial. Embora o piloto tenha experimentado encaixar todas as possíveis teorias de eventos naturais que pudessem ter ocorrido, o fenômeno até hoje é um mistério e não foi explicado cientificamente.

O piloto Van Heijst declarou em 2014 à imprensa: “Percebi um brilho vermelho/laranja profundo aparecendo à nossa frente, e isso foi confirmado quando olhei para a prévia das fotos na parte de trás da minha câmera. Eles inicialmente apareceram como uma cidade distante ou um grupo de típicos barcos de pesca de lulas asiáticos, mas isso não fazia sentido nesta área. As luzes que vimos eram muito maiores em tamanho do que a média de uma cidade ou grupo de barcos, mas também brilhavam em vermelho e laranja, em vez do amarelo e branco normal que as cidades ou navios produzem”, descreveu o piloto.

“Quanto mais nos aproximávamos, mais intenso o brilho se tornava, iluminando as nuvens e o céu abaixo de nós, em um brilho laranja assustador que você esperaria de um grande incêndio no chão, em uma parte do mundo onde não deveria haver nada mais do que água”, declarou.

Fonte(s): Infobae / Metro UK / Daily Mail / Interesting Engineering Imagens: Reprodução / Redes Sociais

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