Danilo Cutrim em sua essência mais genuína na nova carreira solo

O vocalista e guitarrista do BRAZA mergulha nos anos 70 com o clipe/single “Somos Um”.

ASSISTA: https://youtu.be/LleDJ3P2E0I

Danilo no clipe, entre as dançarinas Manuuh Torres e Taiane Vieira

foto: Eduardo da Matta

Ao procurar no google pelo cantor, compositor, guitarrista e produtor musical Danilo Cutrim, a maioria dos links levam para a banda carioca Braza. Outros, para o duo daBossa. Os mais antigos remetem à extinta banda Forfun.

Mas além de trazer a mistura de reggae, rap, música eletrônica e regional brasileira na primeira, da bossa nova com a segunda e do rock e hardcore na terceira, ele chega com novas experiências sonoras. 

Artista multirreferencial que é, Danilo Cutrim tem um disco solo para ser lançado no segundo semestre.

“Nos últimos anos de pandemia, fiquei muito sozinho. Estudei violão, revisitei a MPB e comecei a compor músicas para somar nos meus projetos coletivos: Braza e daBossa. Acontece que surgiram composições inteiras e com outras possibilidades sonoras”, conta. “Pelas estradas do Brasil com o Braza, conheci muitos músicos e musicistas e pensei que seria uma oportunidade de trocar e tocar com gente nova”, completa.

Danilo se vestiu de azul e mergulhou no funk e na soul music que inundavam os EUA e o Brasil na virada dos anos 70 para os 80. Ouviu muito Cassiano, Tim Maia, Earth Wind & Fire e Chaka Khan para lançar “Somos Um”, em 14 de junho. O primeiro single dessa nova estrada é uma love song que aborda um relacionamento quente. É uma das mais pop do disco, ele garante.

“Trouxe as vozes, mais graves, de Liza Lou e Loh Mariano. Era um sonho meu fazer um arranjo vocal com vocais femininos”, anima-se.

O clipe tem aura vintage, onde a estética visual da black music americana dos 70’s e 80’s se esbalda nos efeitos “echo”. Todo mundo esbanjando estilo e dançando, muito. 

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