Jovem de 26 anos é encontrada morta e sem parte das roupas em mata de Ceilândia

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Manuella Martins Pires estava desaparecida desde 10 de março. Corpo da vítima estava em avançado estado de decomposição, segundo a polícia. Ela deixa uma filha de 3 anos

 

Uma jovem de 26 anos foi encontrada morta, nesta quinta-feira (25/3), em um matagal no P Sul, em Ceilândia. O corpo de Manuella Martins Pires, desaparecida desde 10 de março, apresentava avançado estado de decomposição . A informação foi confirmada ao Correio pelo namorado da vítima, Fábio Eduardo, 26. O crime é investigado pela 23ª Delegacia de Polícia (P Sul) e, até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso. A vítima deixa uma filha de 3 anos.

A família de Manuella registrou um boletim de ocorrência na 23ª DP após o desaparecimento da jovem. No dia em que desapareceu, ela havia saído de casa, no Conjunto I do P Sul, por volta das 23h e sem avisar para onde ia, segundo o namorado. “Ela tomava remédios controlados e, nesse dia, teve uma pequena crise. Só pegou a mochila e foi embora. De lá para cá, tentamos contato de todas as formas e todos os dias íamos em busca dela”, relatou o namorado.

O casal estava junto havia mais de um ano e, nesse período, Manuella nunca havia saído de casa sem dar notícias. Durante as buscas, parentes e amigos da jovem divulgaram informativos com fotos dela em redes sociais e grupos de WhatsApp.

Por volta das 12h desta quinta-feira (25/3), a família recebeu uma triste notícia: o corpo de Manuella havia sido encontrado em uma mata escura e sem parte das roupas. Fábio Eduardo esteve no Instituto de Medicina Legal (IML) para fazer o reconhecimento da namorada. “Os policiais falaram para nós que, pelo estado em que estava (o corpo), ela tinha sido morta há seis dias”, disse o jovem.

Fábio Eduardo é dono de um lava-jato em Ceilândia, e Manuella costumava ajudá-lo na função. “Estávamos com planos de vender algo em frente à loja. Eu tinha comprado umas frutas e, no dia do desaparecimento, ela comprou alguns doces para vender”, relata. “Ainda não estou acreditando. Tento me acalmar, mas vou superar isso para ajudar a mãe dela e a bebê”, completou.

A Polícia Civil continua as investigações para tentar identificar os autores do crime.

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