Fui mal no Enem e agora? Respira fundo, a segunda prova vem aí

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Estudantes devem manter o foco no exame, continuar com o mesmo ritmo de estudos, fazer exercícios e dormir bem

 

A primeira prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi realizada no último domingo (3). Os 3,9 milhões de estudantes que fizeram o exame responderam 90 questões de multipla escolha sobre linguagens (português, literatura, língua estrangeira), história e geografia. Além da redação.

“Podemos dizer que a prova deste ano foi equilibrada, abrangente nos assuntos cobrados e que valorizou as habilidades dos estudantes”, avalia o diretor do Anglo, Daniel Perry.

Mas e o estudante que não foi bem? O que deve fazer? A primeira dica é não desistir. Os professores ouvidos orientam que vale a fazer a segunda prova sim. “Esse é o momento do aluno analisar o que errou e o porque além do Enem, provavelmente prestará outras provas e pode preencher lacunas de conteúdo, aperfeiçoar método de estudo e estratégias”, avalia Perry.

Desistir jamais. Para a segunda prova vale manter a rotina de estudo, mas sem exageros. O professor de Matemática do COC, Felipe Freire, orienta “revisar fórmulas e padrões, fazer exercícios de matemática em que os alunos já tenham conhecimento prévio para aumentar a segurança na hora da prova.”

Nesta semana, vale fazer atividades físicas e manter a rotina de sono. Um aluno exausto não terá um bom desempenho na prova. Chegar cedo no local do exame é fundamental. Entrar esbaforido para responder 90 questões não ajuda em nada.

No dia do exame, Freire orienta os alunos a se sentarem no mesmo lugar que fizeram a primeira prova. “É uma tomada de território e traz um conforto maior para o estudante.”

Assim que receber a prova, leia a questão: é fácil? Sabe responder? Faça. Não sabe? Está na dúvida? Faça uma marquinha ao lado e pule para a próxima. “Responder 45 questões de matemática direto pode ser exaustivo, melhor intercalar com a prova de ciências da natureza”, avalia Perry.

 

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