Famílias do DF estão propensas a consumir mais, diz Fecomércio

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Pesquisa de intenção de consumo revelou que o Distrito Federal se aproxima da chamada linha otimista, a qual indica um mercado aquecido

 

Com o fim de custos que oneram bastante as famílias no DF até o meio do ano – como o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e a compra de material escolar –, os brasilienses iniciaram o segundo semestre de 2019 com mais vontade de gastar dinheiro. É o que mostra a Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).

O índice calculado pelo levantamento cresceu 1,4 ponto em julho, na comparação com o mês anterior, e se fixou em 96,6 pontos. No mesmo mês de 2018, a pontuação dos consumidores do Distrito Federal era de 92,3.

“A intenção do consumo ainda não é a ideal, mas vem aumentando. No segundo semestre, as famílias já quitaram suas obrigações com as cobranças típicas de início de ano, como a compra de materiais escolares e o IPVA”, atesta o presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia.

Agridoce

Ainda de acordo com o estudo, 75,8% dos consumidores estão mais seguros em relação à situação atual em seus empregos, o que também é um sinal de aquecimento na economia.

Apesar do resultado, Brasília mantém-se abaixo da chamada linha de otimismo, alcançada com pontuação 100 no índice. A taxa de desemprego mais recente calculada pela Companhia de Planejamento (Codeplan) para a capital mostra que 19,5% da população economicamente ativa (PEA) do Distrito Federal está desocupada.

Esse índice se iguala ao de março de 2019 e constitui o terceiro maior percentual nos últimos 12 meses. Nesse período, o DF aumentou seu contingente de trabalhadores à procura de emprego: de 316 mil, registrado em junho de 2018, para 336 mil, número atual. (Com informações da Fecomércio-DF)

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