WhatsApp Pay é concorrência para Pix e facilita operações para MEI sem cobrança de taxas

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Usando a nova função é possível transferir ou receber dinheiro de parentes ou amigos de forma fácil e rápida sem pagar tarifas.

 

Os usuários do WhatsApp, aplicativo mais popular para troca de mensagens no país, já podem fazer pagamentos para seus contatos utilizando o app. O WhatsApp Pagamentos ou WhatsApp Pay começou a funcionar no Brasil e, por enquanto, permite a utilização somente entre pessoas físicas e usando cartão de débito, um cartão múltiplo com função débito ou um cartão pré-pago emitido por um dos bancos participantes.

Usando a nova função é possível transferir ou receber dinheiro de parentes ou amigos de forma fácil e rápida sem pagar taxas. Além disso, o usuário pode pedir um pagamento e lembrar um contato de fazer uma transferência, o que é bom para cobrar colegas que esquecem de repassar o dinheiro combinado em encontros e compras em conjunto.

A funcionalidade concorre com o Pix do Banco Central que também permite fazer pagamentos instantâneos. O recurso do WhatsApp Pay também deve se popularizar entre os Microempreendedores Individuais (MEIs) pois reduz os custos da operação e o uso das maquininhas.

No último sábado, 15, para iniciar as transações comerciais, o WhatsApp mudou os termos de privacidade com o objetivo de possibilitar funcionalidades relacionadas aos recursos comerciais. Agora com o compartilhamento dos dados com Facebook e Instagram, será mais simples interagir com empresas, vendedores e fazer perguntas sobre produtos, além de finalizar uma compra.

Aumento de riscos de fraudes pelo WhatsApp

Agora com pagamentos sendo liberados pelo WhatsApp, inclusive com cadastro de cartão, os usuários do aplicativo devem ficar atentos mais ainda para o risco de fraudes e clonagem de contas do aplicativo. Por isso, uma das medidas que podem ser tomadas para aumentar a proteção do app é optar pela autenticação em duas etapas.

No WhatsApp na aba de privacidade há a possibilidade de colocar  uma senha (PIN) definida pelo usuário quando ele faz login em um novo celular. Ainda que o golpista tenha acesso ao código de autenticação para ativar a conta da vítima em outro dispositivo, o app vai exigir a senha cadastrada pelo usuário.

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