Sem ter muito o que fazer em nota, PSB demonstra preocupação com a demissão de Mandetta

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A cúpula menor, voltada para baixo, abriga o Plenário do Senado Federal. A cúpula maior, voltada para cima, abriga o Plenário da Câmara dos Deputados.

A nota assinada por Alexandre Molon, líder do PSB na Câmara dos Deputados, fala da preocupação do partido sobre a condução do governo diante da maior crise sanitária da história

 

Após o presidente Jair Bolsonaro demitir o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, a bancada do PSB na Câmara se manifestou contra a decisão do chefe do executivo. A nota assinada por Alexandre Molon, líder do PSB na Câmara dos Deputados, fala da preocupação do partido sobre a condução do governo diante da maior crise sanitária da história do país.

Confira a nota completa

“É com enorme preocupação que a bancada do Partido Socialista Brasileiro na Câmara dos Deputados acompanha a condução do governo federal no combate à COVID-19 no Brasil, em especial, diante da troca do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em plena crise do novo coronavírus.

Na avaliação de nossa bancada, o país vive a crise sanitária mais grave da história do Brasil, o que exige esforços sem precedentes para minimizar os impactos desta doença para o povo brasileiro.

O PSB repudia o fato de que disputas políticas menores estejam desviando o que deveria ser o principal foco do governo neste momento: a saúde e a vida de todos os cidadãos.

A bancada cobra que a condução da crise sanitária seja realizada de forma responsável e técnica, e em conformidade com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), sempre levando em consideração medidas adotadas por países que já enfrentaram a pior fase do COVID-19 e hoje se encaminham para a retomada de suas atividades econômicas.

Para conter os impactos que a crise sanitária já está causando na vida da população e na economia brasileira, a bancada do PSB na Câmara cobra também que as medidas emergenciais de socorro aos brasileiros, às empresas e aos estados e municípios sejam agilizadas a fim de garantir condições básicas de sobrevivência para todos neste momento tão grave.

Bolsonaro não pode usar o Ministério da Saúde como replicador de suas crenças infundadas e irresponsáveis. A pasta deve ser ocupada por um quadro técnico, sério, que seja guiado pela Ciência e pelas orientações da Organização Mundial da Saúde. Somente assim o Brasil conseguirá evitar o cenário catastrófico que se desenha diante das inconsequências do presidente da República.”

Alessandro Molon (RJ), líder do PSB na Câmara dos Deputados

 

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