Proteção de dados na saúde deve ser prioridade em 2024

Proteção de dados na saúde deve ser prioridade em 2024
Proteção de dados na saúde deve ser prioridade em 2024

Segundo dados da empresa especializada em ataques cibernéticos Tenable, divulgados pela Revista Veja, 35% dos golpes virtuais, em todo o mundo, miram o setor de saúde. No Brasil, a situação é ainda pior, pois o mesmo estudo revelou que, entre novembro de 2021 e outubro de 2022, 43% dos vazamento criminosos vieram de endereços brasileiros.

Desse modo, com o avanço contínuo da digitalização na medicina e o aumento da troca de informações médicas eletrônicas, a necessidade de proteger os dados dos pacientes de maneira mais eficaz é cada vez maior, especialmente, dados de saúde.

No país, é a Lei nº 13.709, também conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que fiscaliza e regulamenta essas questões. No caso de infração, as empresas precisam pagar uma multa de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração.

Para Richard Rivière, co-fundador e CEO da empresa Versatilis System, a preocupação com os dados deve ir muito além da questão financeira: “Os dados de saúde são dados sensíveis, que estão diretamente relacionados aos direitos fundamentais de liberdade e de privacidade. Por isso, olhar para a segurança da informação é uma necessidade mais do que urgente neste e nos próximos anos.”

Mas as empresas já estão reconhecendo essa necessidade. Segundo dados da pesquisa TIC Saúde 2022, divulgada pela Revista Medicina S/A, um em cada quatro estabelecimentos públicos de saúde possui uma política de segurança da informação. Esse percentual passou de 30% para 39% de 2021 para 2022, principalmente devido aos estabelecimentos privados, onde 50% deles possuem medidas.

Richard ainda afirma que uma solução promissora para este desafio é a implementação de sistemas médicos robustos, que empregam tecnologias de ponta para proteger informações. 

Para ele, estes sistemas não só oferecem uma camada adicional de segurança, mas melhoram a eficiência e a precisão do gerenciamento de dados de saúde. “No Versatilis System, por exemplo, nós contamos com ferramentas como a criptografia de dados e controle de usuários para prevenir acessos não autorizados e garantir a integridade dos dados.”

Com o aumento dos casos de roubos de informações, além de adotar tecnologias avançadas, a tendência é que os profissionais e estabelecimentos de saúde foquem nas melhores práticas de segurança de dados. 

Essa conscientização e educação em segurança cibernética podem, em conjunto, colaborar para uma cultura de proteção de dados em todas as camadas do setor de saúde.

Para mais informações, basta acessar: https://www.versatilis.com.br/.

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