Brasil se firma como um dos maiores mercados de fidelização do mundo, avalia especialista em alta performance

Crescimento acelerado do setor reflete maturidade digital das empresas e mudança no comportamento do consumidor brasileiro, aponta Rafic Junior

O Brasil consolida sua posição entre os maiores e mais competitivos mercados de fidelização do mundo. Em expansão contínua nos últimos anos, o setor tem registrado aumento expressivo tanto na adesão de consumidores quanto no investimento das empresas em estratégias avançadas de relacionamento.

Para o empresário e especialista em alta performance Rafic Junior, o país vive uma fase singular no uso de dados, tecnologia e personalização para fortalecer vínculos entre marcas e consumidores. “O que vemos hoje é a profissionalização definitiva da fidelização. As empresas entenderam que não se trata mais de um programa acessório, mas de um pilar estratégico para crescer e manter seus clientes”, afirma.

Segundo a pesquisa Panorama da Fidelização no Brasil 2025, realizada pela Tudo Sobre Incentivos (TSI) em parceria com a ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), a participação dos brasileiros em programas de fidelidade subiu de 80,9% (em 2023) para 88,3% (em 2025). O levantamento ouviu consumidores de todas as regiões do país e foi apresentado no 8º Fórum Brasileiro de Fidelização.

Para Rafic, o avanço demonstra maturidade e evolução no comportamento de consumo no Brasil. “O consumidor brasileiro é altamente digital e responde rápido a programas de recompensa. Ele quer relevância, personalização e proposta de valor, e as marcas estão percebendo isso”, destaca.

O especialista explica que o país reúne características que o tornam terreno fértil para inovação: grande base digitalizada, empresas competitivas e consumidores engajados. “O Brasil virou um laboratório vivo para estratégias de fidelização. Testamos, ajustamos e escalamos soluções com uma velocidade que chama a atenção do mercado internacional”, afirma.

Rafic acrescenta que a tendência é que o setor continue crescendo à medida que mais empresas compreendam o impacto direto da fidelização em receita, recorrência de compra e relacionamento sólido. “Alta performance em fidelização não é apenas tecnologia. É estratégia, é leitura de dados, é entender profundamente o cliente. Quem dominar esse conjunto vai liderar nos próximos anos”, conclui.

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