Você já ouviu falar em Entomofagia?

 

Saiba tudo sobre o consumo alimentar de insetos

 

 No Brasil observa-se que a tradição do consumo de insetos tem se mantido em muitas comunidades rurais do Brasil. Mas a popularização desse alimento nos grandes centros urbanos encontra forte obstáculo.

 

Além de preconceito, há também por parte dos brasileiros aversão a comer insetos, estudando o mercado nacional para indústria 4.0 a forma mais assertiva são as farinhas protéicas serem ofertadas com suplemento alimentar ou enriquecendo alimentos com base em farinhas brancas ou mais pobres em nutrientes. Porém existe um mercado aquecido para alimentação de pets e produção de farinhas de inseto para produção de ração animal.

 

Segundo a Chef Andreia Pimentel, que se tornou referência ao incluí-los nas receitas exóticas da alta gastronomia, os insetos para alimentação humana são criados e exclusivos para este fim, são criados em fazendas urbanas com controle e cuidados de higiene, temperatura e alimentação diários.

 

O uso de insetos como alimento, confere muitos benefícios:

 

Saúde: com alto poder nutritivo, os insetos são ricos em proteínas e gorduras boas, além de cálcio, ferro e zinco. São uma alternativa saudável aos alimentos tradicionais, como frango, carne e peixes. O principal nutriente é a proteína, é possível encontrar ainda fibras, sais minerais, cálcio e fósforo; caso fosse incorporado às dietas ocidentais, esse tipo de alimento poderia ser facilmente o substituto da nossa tradicional farinha ou de algum alimento que se assemelha ao leite.

 

Sustentabilidade: as criações de insetos emitem menos gases de efeito estufa (GEEs) que as de outros animais. Além disso, necessitam de quatro vezes menos insumos que as criações de gado. Por não ser uma atividade necessariamente terrestre, não se faz necessário o manejo do solo.

 

Fatores econômicos e sociais: a criação de insetos é uma opção que requer baixo investimento em capital e tecnologia, sendo uma alternativa viável em setores mais carentes da sociedade, oferecendo meios e oportunidades de subsistência para populações urbanas e rurais.

 

O principal detalhe ao preparo são três dias de jejum antes do abate para os insetos estarem sem resíduo interno e a higienização. Para os brasileiros, a indicação da Chef é começar com as formigas que já estão em nossa cultura popular e fazem parte da biodiversidade brasileira, as principais são: a Içá e a saúva vermelha.

 

“Meu prato favorito é o meu Chocogrilo 70 % cacau com pedaço de grilos torrados, e também incluí na minha rotina farinha de insetos torrada, consumo todos os dias como complemento alimentar pós treino”, finaliza Andreia Pimentel.

 

Instagram: @chefandreiapimentel

 

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