Quem são os principais favoritos para a Copa do Mundo de 2022?

É ano de Copa! E, como não poderia ser diferente, todas as seleções já classificadas (restam apenas duas vagas para o torneio) começam a se preparar para a disputa do Mundial, que acontecerá entre novembro e dezembro, no Catar. Em meio à disputa de amistosos e competições, como a Liga das Nações Europeias, os times começam a dar mostras de como chegarão ao Oriente Médio, e alguns deles já despontam como favoritos naturais ao título.

Importante frisar que, ao contrário do que tradicionalmente acontecia, o Mundial de 2022 será realizado no final do ano devido às condições climáticas do país árabe. Isso, de alguma forma, pode beneficiar os jogadores que atuam na Europa, pois estarão no meio da temporada e mais descansados. Já os atletas que atuam no Brasil e em outros países cujo calendário esportivo é diferente do Velho Continente podem sofrer com os efeitos de um calendário cheio com muitas partidas seguidas, principalmente na reta final dos campeonatos locais.

França

Atuais campeões do mundo, os franceses chegam como os principais favoritos ao tricampeonato. Liderados pelo astro Kylian Mbappé, “Les Bleus” voltam a contar com o centroavante Karim Benzema, cotado para ganhar o prêmio de melhor jogador do planeta na atual temporada e que estava há seis anos sem defender as cores de seu país após ser afastado por problemas extracampo.

Apesar de contar com um dos elencos mais fortes que irão ao Catar, a França vem de resultados modestos em competições oficiais. Na Eurocopa 2020 (disputada em 2021), não passou das oitavas de final e na atual edição da Liga das Nações corre sérios riscos de não se classificar à fase decisiva.

Brasil

Maior campeão na história das Copas, o time brasileiro busca quebrar o domínio europeu que já dura 16 anos. Desde o pentacampeonato da seleção canarinho, apenas países do Velho Continente venceram o Mundial, mas a equipe treinada por Tite é cotada por muitos especialistas como uma das seleções a serem batidas.

Com uma campanha histórica nas Eliminatórias, atingindo a maior pontuação da era do pontos corridos na competição e sem perder nenhum jogo, o Brasil conta com o peso de sua camisa para ir longe no Catar. A ascensão de jogadores como Vini Jr. e Raphinha, o talento de Neymar e a experiência de Alisson, Thiago Silva, Marquinhos, Dani Alves e Casimiro parece ser a combinação ideal para encarar os maiores adversários.

Argentina

Em dezembro, quando começar a Copa do Mundo, Lionel Messi já terá completado 35 anos e, mesmo sem estar no auge de seu desempenho, ainda é o líder técnico e moral de uma seleção que voltou a ser vencedora. Depois de amargarem 28 anos sem levantar um troféu, os Hermanos soltaram o grito de campeão da Copa América em 2021, no Maracanã, justamente contra o Brasil.

Com boa campanha nas Eliminatórias Sul-Americanas, ficando em segundo lugar, somente atrás do time brasileiro, a Argentina embalou e conquistou mais uma taça ao vencer a Itália por sonoros 3 a 0 na disputa da Finalíssima, um jogo único entre os Campeões da Conmebol e da Uefa, no estádio de Wembley, em Londres. Atualmente, os argentinos somam 33 jogos de invencibilidade, quatro a menos do que o recorde mundial, registrado pelos italianos entre outubro de 2018 e setembro de 2021.

Inglaterra

Muita gente poderia se perguntar por que uma seleção que não vence a Copa do Mundo há 56 anos e nunca ganhou a Euro pinta como favorita ao título no Catar. Mas o time do técnico Gareth Southgate não ganhou esse status por acaso. Nos últimos 24 jogos, a Inglaterra sofreu apenas uma derrota no tempo normal, para a Hungria, na Liga das Nações. Também perdeu a decisão do maior torneio do continente, dentro de casa, para a Itália, mas nos pênaltis.

Mesmo sem a mesma badalação das outras equipes, o English Team tem um elenco bastante experiente e formado por atletas que atuam nos principais times do país, como o Manchester City (atual campeão inglês), Liverpool (vice da Premier League e da Liga dos Campeões) e Chelsea (campeão do mundo), além do grande artilheiro Harry Kane, principal referência do ataque vice-campeão europeu.

Correm por fora

Campeãs em 2010 e 2014, respectivamente, Alemanha e Espanha tentam recuperar suas hegemonias após passarem por processos importantes de renovação. Por sua vez, a famosa “geração belga” tenta provar seu valor, liderada mais uma vez por Kevin De Bruyne, Romelu Lukaku e o ótimo goleiro Thibaut Courtois. Já Cristiano Ronaldo finalmente ganhou companhia de peso para levar Portugal à glória e terá Bruno Fernandes, Bernardo Silva e Diogo Jota como seus aliados.

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