Pandemia da desigualdade

Begging under the bridge with the message will work for food.

Os níveis de desigualdade são enormes em relação à sociedade, passando pelos mais diversos índices, com uma consequência da diferença entre as classes sociais. Uma situação responsável pelo pouco acesso a direitos e privilégios por parte da sociedade.

Mas enquanto uma parcela da população passa fome ou não possui acesso a outros direitos básicos de sobrevivência, outro setor pode se gabar por estar em uma posição beneficiada, no qual parte de sua riqueza pode partir justamente da exploração de outros indivíduos.

Situação que revela um dos grandes desafios em relação à organização global dentre os mais diversos governos, que é garantir ao menos o mínimo sobre os direitos que pertencem a todos os indivíduos, de acordo com o que foi definido por um regimento universal.

Uma cartilha definida como os Direitos Humanos Universais, que deve ser analisada e respeitada pelos mais diversos tipos de organizações, sejam elas públicas ou privadas.

Isso pois uma companhia, como uma empresa de manutenção e recarga de extintores, possui responsabilidades em relação à gestão do seu negócio, garantindo com que os seus funcionários sejam bem-tratados e possuam acesso aos equipamentos adequados.

Uma situação que é benéfica até mesmo para o próprio empreendimento, que ao contar com o empenho total de sua equipe de colaboradores, poderá oferecer o melhor tipo de serviço aos seus clientes, recebendo assim um destaque maior pelo seu público.

É importante, então, que o setor empresarial conquiste uma boa relação não apenas com a sua audiência externa, mas também com o seu público interno, formado por funcionários e parceiros comerciais, sejam eles de perfil direto ou indireto.

Relação essa que também está associada ao setor social, já que o índice de empregos disponíveis é um dos fatores que interferem na organização de uma sociedade, como um caminho de acesso a tópicos de necessidade ao ser humano, como sua alimentação.

E assim como uma análise de biogás é de grande importância para o setor de combustível garantir sua qualidade, para lidar com a questão da desigualdade social é importante estudar soluções que possam diminuir esses contrastes sociais negativos.

Um problema não só presente na sociedade, como também encontrando em índices de crescimento cada vez maiores, sendo também uma das consequências dos efeitos da pandemia de COVID-19.

O problema da desigualdade social no mundo

A questão da desigualdade social está longe de ser um problema moderno, afinal, a divisão injusta de bens entre as classes é algo presente desde a antiguidade, na época dos grandes impérios, onde existia uma distribuição de poder e renda exclusiva à nobreza.

Com o progresso da sociedade a partir do desenvolvimento de novas tecnologias e novas práticas de comportamento, essa divisão prejudicial encontrou maneira de ser ao menos reduzida, mas não foi o de fato o que ocorreu, mantendo assim o problema vivo.

De forma a tentar diminuir os impactos da desigualdade social que afeta até mesmo o fluxo de mercado, ao encontrar um público menor com renda disponível para consumir dos seus produtos e serviços, métodos para amenizar os impactos dessa desigualdade social.

Um cenário que pode servir de preocupação tanto para os governos mundiais, como também para o setor económico. Tal como um conglomerado de vendas que passou a implementar um novo sistema de armazenagem e distribuição logística.

Um programa voltado a responder adequadamente a sua nova demanda de vendas. Um índice de crescimento que conversa também o progresso dos seus clientes almejados a contarem com uma maior possibilidade de consumirem aquilo que sua companhia oferece.

E quando se trata sobre os tópicos associados aos problemas da desigualdade social, é possível destacar o acesso difícil a pontos importantes para a sobrevivência do ser humano, como:

  • Educação;
  • Moradia;
  • Alimentação;
  • Saúde;
  • Lazer.

Se o acesso a esses direitos já era negado antes a uma parcela da sociedade por causa do problema da má distribuição de renda do mundo, a situação somente piorou com a chegada da pandemia de COVID-19, que alastrou o globo a partir de 2020.

Um cenário onde até mesmo até mesmo os cuidados em relação a essa doença não se mostraram disponíveis a todos, destacando ainda mais os prejuízos causados por problemas associados à discrepância social em relação ao acesso a itens básicos.

Como a pandemia expandiu a desigualdade de classes?

A pandemia do novo coronavírus causou perdas inestimáveis entre as mais diversas famílias espalhadas pelo mundo. Um cenário no qual o contato com uma caixa funerária, além de outros rituais funerários que infelizmente tornaram-se parte do dia a dia.

Mas além desses impactos globais, os efeitos da pandemia se apresentam de maneiras diferentes para países e grupos sociais distintos, acompanhando o nível de renda dessas pessoas, trazendo prejuízos maiores para os povos que já passavam por necessidades.

Uma desigualdade que foi expandida por causa da pandemia, que prejudicou também o setor econômico, assim como a oferta de empregos no país, dados que foram levantados por meio do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

Uma observação sobre o território brasileiro que apontou dados importantes em relação aos efeitos da pandemia sobre diferentes classes sociais, no qual os 10% mais ricos da população sofreram uma queda de somente 3% em relação ao seu rendimento.

Por outro lado, o percentual de 40% das classes mais pobres sofreu uma queda superior a 30%. Uma resposta direta à baixa oferta de empregos braçais, onde um serviço de conserto de ventiladores industriais diminuiu em uma menor demanda de produção.

Essa expansão da desigualdade também se mostrou visível em relação à forma em que a população lidou com os efeitos da pandemia, já que as classes mais pobres sequer tinham acesso a materiais importantes para cuidar da saúde durante o alastramento da COVID-19.

Impacto esses que foi possível perceber por meio de situações como:

Cuidados de saúde

Antes da chegada das vacinas, a principal arma contra os efeitos da COVID-19 foi a utilização de máscaras, faceshields, além dos materiais usados na higienização das mãos e objetos, como água e sabão ou com a expansão do uso de álcool em gel.

Materias que exigiam um certo investimento financeiro por parte dos indivíduos, ainda mais diante da alta demanda sobre esses produtos no mercado, que em alguns locais acabou por aumentar também o preço dessas mercadorias.

E se alguns setores de trabalho se responsabilizaram por oferecer esses materiais aos seus funcionários, como em uma empresa de instalações elétricas e hidráulicas, quando se trata do mercado autônomo, era responsabilidade do trabalhador conseguir tais itens.

A possibilidade do isolamento

Assim que os casos de COVID-19 começaram a se multiplicar, a primeira medida de proteção adotada foi a tática de isolamento social, incentivada para diminuir os índices de transmissão do vírus, até mesmo por meio de campanhas sociais.

No entanto, não eram todos que podiam se isolar, pois enquanto algumas atividades de trabalho puderam ser adaptadas para o modelo remoto, os serviços destinados às classes mais baixas continuaram a ter uma demanda presencial.

Resultando assim em um cenário onde alguém que trabalha no setor de faxina, contratado por uma empresa de terceirização de limpeza industrial, tenha ficado muito mais exposto ao vírus em relação a quem podia de fato permanecer isolado em sua casa.

Qualidade dos cuidados médicos

Além da maior exposição à COVID-19, as pessoas pertencentes a uma classe social de menor renda sofreram um impacto ainda maior em relação ao setor de saúde, por causa da falta de cuidados médicos em relação às regiões mais pobres.

Era fácil encontrar hospitais funcionando muito abaixo da demanda necessária, em relação ao tratamento de COVID-19, com a falta de leitos ou até mesmo medicamento para tratar dos sintomas da doença, no que aumentava exponencialmente a possibilidade de óbito.

A precarização do mercado de trabalho

Junto a todos os problemas citados, o próprio mercado de trabalho também apresentou algumas características preocupantes durante a pandemia em relação aos índices de precarização das atividades necessárias.

Pois com a queda do setor econômico como um todo, a disponibilidade de empregos caiu, resultando assim em uma busca maior por atividades informais, mesmo sem a disponibilidade de uma série de direitos, para garantir sua subsistência.

Mesmo com a chegada da vacina e a queda dos números de casos, os efeitos desiguais provenientes da pandemia continuam presentes, diante da falta de oportunidade de empregos, junto à baixa de rendimento em relação às famílias mais pobres.

E assim como uma fazenda deve garantir a oferta de aminoácidos nutrição animal para garantir a saúde dos bichos ali criados, todo cidadão também deve contar com o acesso a nutrientes e direitos que garantam um percentual confortável de vida.

No entanto, a garantia sobre esses direitos continua a trabalhar com níveis de alta desigualdade, sendo assim um problema a ser lidado por todas as classes sociais, para se certificar sobre os direitos ao próximo.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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