Marília Panitz conversa com Gê Orthof | Referência Galeria de Arte

No sábado, 9 de julho, último dia da mostra “Nenhum poema brota de uma terra desperdiçada”, o artista visual Gê Orthof conversa com Marília Panitz, curadora da exposição. Entre os temas que serão abordados estão a relação entre isolamento pandêmico e criação, a questão da imagem na escuridão como memória e construção onírica, a intertextualidade entre a poesia e os dioramas e as relações temporais (cronologia, simbolismo e lógica) na produção poética (textual e imagética) do artista. A conversa acontece das 11h às 12h na Referência Galeria de Arte que fica na 202 Norte Bloco B Loja 11, Subsolo, Brasília – DF. Telefone (61) 3963-3501 e Wpp (55 61) 98162-3111.

A exposição “Nenhum poema brota de uma terra desperdiçada” é composta de três grandes dioramas, trinta placas-poemas de autoria do artista e gravadas em baixo relevo em lâminas de alumínio, doze aquarelas com o “Alfabeto Germinal” e um objeto valise. “Os trabalhos apresentam tudo o que envolve o momento social e político em que vivemos. O Alfabeto deve ser novo para criar outra realidade: A esperança”, afirma o artista.

Gê Orthof é artista e professor no Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília, onde coordena o grupo de pesquisa Da condição anfíbia: a-método-artifício no PPGAV/UnB. Nasceu às 23h30 no frio e na neblina das montanhas, onde sua avó Gertrud o ensinou a conversar em silêncio. Antes, porém, nasceu em 1836 na Dinamarca pelas mãos de Hans Christian Andersen. Algum tempo depois construiu com Thoreau sua primeira cabana, foi ali que conheceu o poliamor quando Rimbaud sussurrou em seu ouvido: “eu é um outro”. Entre uma página e outra realizou Doutorado em Artes Visuais na Columbia University- NYC e Pós-Doc no Museum of Fine Arts – Boston e na Penn State School of Visual Arts- PA. Atualmente finaliza um livro de poesias e imagens a ser publicado pela Ventania Editorial- RJ. Em 2021 participou, como artista convidado, da Residência Artística Torus em Garibaldi (RS).

Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012, Marília Panitz dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, trabalhou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: “Felizes para Sempre”, Coletivo Irmãos Guimarães Brasília, Curitiba e São Paulo, 2000/2001; “Gentil Reversão”, Brasília e Rio de Janeiro, 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; “Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca”, Lisboa (Portugal), 2013; “Vértice – Coleção Sérgio Carvalho”, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; “100 anos de Athos Bulcão” CCBB Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; “O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília”, no CCBB-Brasília, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos.

Serviço:

Conversa sobre a mostra “Nenhum poema brota de uma terra desperdiçada”, de Gê Orthof

Com | Gê Orthof e Marília Panitz

Quando | 9 de julho, sábado, das 11h às 12h

Entrada | Gratuita

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Onde | Referência Galeria de Arte

Endereço | CxxxxSubsolo

                     Asxxxxe – Brasília DF

Telefone | (+55 61) 3963-xxxx

Wpp | (+55 61) 98162-xxxx

E-mail refexxxxxia@gmail.com

Facebook | @refexxxxgaleria

Instagram | @refxxxxrte

Nenhum poema brota de uma terra desperdiçada

Mostra individual | Gê Orthof

Dioramas, aquarelas e poemas gravados em placas de metal

Curadoria e expografia | Marília Panitz

Visitação | Até 9 de julho

                    De segunda a sexta, das 10h às 19h

                    Sábado, das 10h às 15h

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