Pacientes da Neurocirurgia recebem chocolate para a Páscoa

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Profissionais de saúde entregaram bombons para internados e acompanhantes do HB

A Páscoa começou mais cedo na Unidade de Neurocirurgia do Hospital de Base. Nesta quinta-feira (1º/4), a equipe multidisciplinar do 3º andar fez o papel do coelhinho da Páscoa e adoçou o dia dos pacientes com bombom e mensagem de comemoração da data. “Uma feliz Páscoa recheada de amor e doce de alegria”, dizia o bilhete.
Além dos internados, os acompanhantes também receberam o mimo. Ao todo foram entregues 48 bombons. “A ação foi pensada como uma oportunidade de demonstrar carinho e afeto nesse período tão delicado de internação”, explicou o terapeuta ocupacional do andar Arthur dos Santos.
Depois de 15 dias internado na unidade para uma cirurgia na cabeça, Raimundo Nonato Nunes Costa, 67 anos, recebeu alta hoje e agradeceu o presentinho. “Fiquei muito feliz de vocês me prestigiarem com esse bombom, que marca um dia muito especial para mim”, agradeceu.
A comemoração de Páscoa também se estendeu para os enfermeiros da unidade, por meio de uma brincadeira, a “caça ao chocolate”, organizada pela supervisora de Enfermagem da Unidade de Neurocirurgia, Amanda Borges Oliveira. “Embrulhei sete lembranças com chocolates (caixas de bombons, barras e caixa de bis) e escondi ao longo de toda a unidade administrativa da Neurocirurgia. Depois, acionei a equipe de enfermagem para a procura”, contou a supervisora.
Quem encontrou a lembrança podia dividir as doçuras com os colegas. “Foi uma brincadeira divertida para levar doçura e agradecimento por todo esforço deles”, conta Amanda. Ao final do turno da tarde, a supervisora também vai esconder as lembranças para a equipe da noite fazer a sua caça ao chocolate.
Decoração de Páscoa
Para complementar a comemoração da Páscoa, a equipe da Terapia Ocupacional (TO) do andar tem trabalhado as funções cognitivas dos pacientes, desde 15 de março, através da personalização de ovos de Páscoa impressos em folha A4.
“Entregamos canetinhas e lápis de cores para eles expressarem por meio da arte o que estavam sentindo”, explica a terapeuta ocupacional Mariana de Souza. “Com isso, conseguimos trabalhar diversas funções cognitivas, emocionais, socialização, aspectos motores, motivação, iniciativa e vínculo terapêutico.”
Hoje os 16 trabalhos colorem o dia a dia de quem passa pelo corredor do andar. “O objetivo foi humanizar e melhorar a ambientação da unidade, utilizando uma atividade significativa”, complementou Mariana.

Os recursos utilizados para a atividade, como lápis de cor e canetinhas, foram doados pela supervisora Amanda Borges. “Essas atividades são de extrema importância na evolução de cada paciente, por isso não medimos esforços para garanti-las”, comenta a profissional.

Texto: Thaís Umbelino
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