Pulso feminino no agronegócio

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Feijão, soja e milho. Cultivados com amor e orações para a chuva cair e salvar o plantio. Não importa se é um grande ou pequeno produtor. As angústias e a dedicação são as mesmas. Raquel Kolling e o marido estão à frente de um robusto agronegócio entre DF e Goiás.

Ela é de Planaltina, mas foi na Bahia que o casal começou a investir na produção agrícola. Depois de alguns anos, eles decidiram retornar para a capital.
“Percebemos que lá não tínhamos mais como crescer. E que valeria a pena vender lá para investir aqui”, conta.

Os três filhos também se envolveram no negócio e participam cada vez mais da empresa.

 

“Vida de produtor agrícola não tem descanso. É preciso muito amor pelo que se faz. Pois há muito trabalho e riscos. Não depende só de nós. Quantas vezes a gente faz orações para chover.”

Raquel é representante do segmento na Câmara de Mulheres Empreendedoras da Fecomércio-DF. Ela afirma que o agronegócio está finalmente sendo valorizado no Brasil. “Quase tudo depende da agricultura. 90% das coisas que as pessoas têm em casa vêm da agricultura. E, durante muito tempo, isso foi pouco reconhecido. Agora, sim, recebemos mais atenção.”

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