Parceria contra desinformação já reúne 57 instituições públicas e privadas

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Além das principais agências de checagem de notícias, fazem parte do programa o Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil), Senado Federal, alguns partidos políticos, associações, além das maiores plataformas de mídias sociais e de serviço de mensagens do mundo como Google, Facebook, Instagram e WahtsApp

O programa de enfrentamento à desinformação liderado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já conta com 57 instituições públicas e privadas que se uniram para combater os efeitos negativos provocados pelas notícias falsas no processo eleitoral das Eleições 2020. De acordo com o tribunal, os integrantes mais recentes da parceria são: Fundação Getúlio Vargas; Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal); TikTok (Byte Dance Brasil Tecnologia Ltda.); Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS); e Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político (CAMP).

Também fazem parte do programa o Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Senado Federal, alguns partidos políticos, associações, além das maiores plataformas de mídias sociais e de serviço de mensagens do mundo como Google, Facebook, Instagram e WahtsApp. As principais agências de checagem de notícias também aderiram ao programa bem como diversos segmentos da imprensa, telecomunicações, tecnologia da informação, provedores de internet, entre muitos outros.

O Programa de Enfrentamento à Desinformação do TSE prevê uma série de iniciativas para capacitar as pessoas a identificar e checar uma desinformação, estimular a compreensão sobre o processo eleitoral, incluindo o funcionamento da urna eletrônica, desestimular ações de proliferação de informações falsas e aperfeiçoar métodos de identificação de possíveis práticas de disseminação de conteúdos falsos.

A ideia, segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, é “coibir a disseminação de notícias falsas não pelo controle de conteúdo, mas mediante esclarecimentos, conscientização e informações de qualidade capazes de conter esse fenômeno do mal. Liberdade de expressão não é liberdade para difundir a mentira e o ódio”.

Ao assinar a parceria, as instituições firmam o acordo no sentido de coibir o uso de robôs e outros mecanismos de disparos em massa de notícias falsas; aperfeiçoar as ferramentas de checagem; e disponibilizar a estrutura brasileira de rádio e televisão à Justiça Eleitoral.

Confira abaixo algumas das instituições que já aderiram ao Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020:

Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert);

Associação Brasileira de Imprensa (ABI);

Associação Brasileira de Internet (Abranet);

Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel);

Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint);

Associação Nacional dos Jornais (ANJ);

Agência Aos Fatos;

Associação Acredito;

Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom);

Associação InternetLab de Pesquisa em Direito e Tecnologia;

Boatos.org;

Conselho Gestor da Internet (CGI.br);

Instituto Palavra Aberta;

Instituto Update;

Ministério da Justiça e Segurança Pública;

Ministério Público Federal;

Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

Politize!;

Safernet Brasil;

Sociedade Brasileira de Computação (SBC);

Secretaria Executiva do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral;

Agência Lupa;

Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República;

Instituto Não Aceito Corrupção;

Google;

Facebook;

Twitter;

WhatsApp;

Senado Federal

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