Estudante picado por naja presta depoimento pela primeira vez no DF

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Pedro Krambeck, de 22 anos, criava a cobra como animal de estimação. O animal foi abandonada no estacionamento de um shopping após o ataque

 

O estudante de veterinária Pedro Henrique Santos Krambeck, de 22 anos, acusado de crimes ambientais após ser picado por uma cobra naja que criava dentro de casa presta depoimento à polícia pela primeira vez nesta sexta-feira (31).

Krambeck criava a cobra naja como animal de estimação. A cobra foi abandonada no estacionamento de um shopping. A suspeita é de que o animal tenha sido levado para Brasília a partir de uma licença irregular.

O padrasto do estudante também é investigado por ocultar provas. Tenente coronel da Polícia Militar do Distrito Federal, Eduardo Condi é suspeito de ajudar o rapaz a esconder provas para atrapalhar as investigações sobre o caso. Ele terá de explicar porque não denunciou o jovem que criava as cobras exóticas dentro da casa onde moravam.

Condi é subcomandante do comando de policiamento de trânsito e irmão do subcomandante geral da PM do DF. Ele prestou depoimento à polícia no dia 16 de julho.


A polícia suspeita que o estudante faça parte de uma rede de tráfico internacional de animais. O caso começou a ser investigado após o acidente. Krambeck recebeu alta no dia 13 de julho, após ficar internado em estado grave após o ataque.

 

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